Instituto Transformance

Cultura e Educação

pedagogia/pedagogy

A Pedagogia de Transformance

A pedagogia de Transformance foi desenvolvida a partir da Alfabetização Cultural, em contextos internacionais onde a ameaça à humanidade se tornava crítica e impulsionava a busca por propostas alternativas. Propõe entender, interromper e transformar nossas vidas cotidianas de isolamento, medo, competição e violência através de uma pedagogia de intervenção pessoal e formação coletiva.

Através de nossas linguagens artísticas de expressão, reflexão e performance, Transformance busca o reconhecimento e a transformação do poder inibidor e reprodutor de histórias pessoais na criação de uma nova sensibilidade coletiva; o reconhecimento e transformação de nossas marcas de violação, conflito e exclusão numa nova humanidade de solidariedade e cooperação; e a formação de novas comunidades participativas e motivadas através da construção coletiva de palcos, performances, monumentos, rituais e autoestimas de autodeterminação.

Essa pedagogia é fundamentada especialmente nas propostas de alfabetização e ação cultural pela transformação social do educador brasileiro Paulo Freire. Suas técnicas são aplicadas para cultivar autoconfiança e habilidades criativas de aprendizagem para comunicação intercultural e a convivência em comunidades multiculturais. Elas possibilitam escolas, universidades, centros culturais e espaços de trabalho reconhecer as fontes de criatividade humana para criar comunidades cooperativas e futuros sustentáveis.

Os projetos e cursos de Transformance revelam uma pedagogia em movimento que se adapta aos contextos diversos para cultivar a sensibilidade, autoleitura, motivação, e autoconfiança necessárias para experimentar como processos transculturais de produção coletiva e democraticamente.

What is the Pedagogy of Transformance?

Transformance is an arts-based pedagogy which begins from the premise that all human beings are and need to be dialogic, theatrical and create their own culture to become social, but suffer what might be called a pedagogy of ‘rationalised conflict’ to become competitive and competent according to the values of colonial authoritarian cultures whose (mainly European) pedagogy, even in crisis, to this day still remains dominant.

As an alternative, this pedagogy proposes the cultivating of dialogic, sensitive and cooperative subjectivities, capable of individually and collectively intervening in an authoritarian world towards the learning and making of participatory democracies. This cannot be achieved however as individuals, seated in a competitive academic classroom process. It requires all our sensory intelligences to create new ways of active listening, reading dialogically and writing cooperatively.

This arts-based pedagogy therefore does not limit itself to verbal languages, which in many cultures tend to hide (unconsciously) more than they reveal. It uses theatre, dance, sculpture, painting and the literary arts to reveal and voice the knowledges and histories of the body, towards a questioning self-reading of our subjectivity, through and with others, to cultivate the intercultural sensitivities and ‘performance-awareness’ that are necessary to building new communities of solidarity and participatory democracy.

This is what we presently understand as ‘transformance’.

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